Not exactly a CURRICULUM, but a mural free of chronologies, undisciplined as memory, drawn in paths of affection in the tracks of the route, sowing new desires and directions ...

Não exatamente um CURRICULO, senão que um mural livre de cronologias, indisciplinado como a memória, desenhado em caminhos de afetos nos rastros do percorrido, que semeam novos desejos e direções...

Alegria imensa de fazer parte da história desse Encontro Pernambucano de Contato Improvisação de que participei como professor  e dançarino convidado nas 3 edições já realizadas, em 2013, 2015 e 2017.   A admiração e o carinho pelo Coletivo Lugar Comum cresceu exponecialmente a cada vez! 

An immense joy to be part of the history of this meeting of Contact Improvisation Meeting of Pernambuco that I participated as a teacher and guest dancer in the 3 editions already held in 2013, 2015 and 2017. The admiration and affection for the Coletivo Lugar Comum has grown exponentially every time!

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala!

Priscila está esperando na sala!

Fotos de Caroline Lima

Priscila está esperando na sala! 

(solo de dança, 2010-2012)

Por Poliana Bicalho, jornalista e atriz.


Palco na penumbra e alguns elementos dispostos na cena: duas cadeiras, uma toalha branca, um balde, um aparelho de som, um enorme colar de pérolas.

 

Um bailarino entra em cena, com o dorso nu trajando uma calça social clara, tocando numa flauta "tahí... eu fiz tudo pra voce gostar de mim...". Assim, Priscila melancólica e irônica nos espera na sala... 


O cheiro de vinho exala no recinto e lambuza o corpo do interprete que numa sutileza 
marcada pela angústia, nos revela uma face íntima da solidão embalada por trilhas sonoras, até alcançar o ápice com a canção "Fever" do Elvis Presley, onde Priscila finalmente se transmuta em seu longo preto, sóbrio e sensual. 


A dança proposta, é uma dança orgânica que vai além do rigor dos passos coreográficos, existe uma nuance do brincar na composição dessa persona, que cheia de fardos inusitadamente coloca fotos de amores nos microondas e deixa que as ondas 
eletromagnéticas os explodam. Existe uma passionalidade na cena, um ser mulher que entre agulhas de tricô e pipoca de microondas compõe o colar de pérolas de forma ritmada, tendo como fundo musical um fado. A cena ainda é marcada por um tempo inquisidor, uma bomba relógio esperando o momento certo de um inevitável desfalecimento da vida. 


O trabalho de cerca de 50 min do bailarino Hugo Leonardo nos convida a um espetáculo de dança que vai além de uma 
movimentação coordenada ou mesmo de uma movimentação completamente aberta, que a meu ver, ao invés de possibilitar múltiplas leituras do espectador, o conduz a uma nebulosidade sem fim. O trabalho apresentado é maduro, conciso e precioso por beber na fonte da palhaçaria e da arte da interpretação. 

Pequetitas coisas entre nós mesmos! 

(Grupo X de Improvisação, 2011) 

Ùltimo trabalho cênico dos 10 anos de muito afeto e poesia no corpo com o Grupo X de Improvisação.

The last piece in the 10 years of so much affection and poetry in the body with the Grupo X de Imprpvisação.

Videocorreio para o X

#1

Inaugura uma série de videodanças que são cartas de amor e saudades do dançarino Hugo Leonardo ao Grupo X de Improvisação, de Salvador-Bahia, do qual foi dançarino por 10 anos (2002-2012) até que os movimentos dançados da vida levaram a mudanças de cidades e projetos. São “cartas escritas à mão” como devem ser, o que significa que são gravadas com câmera de celular. A poética e construção de corpo e movimentos preservam o humor e singeleza do olhar coreográfico-improvisacional do grupo sobre o cotidiano, o uso de objetos, o extraordinarização do gesto, o flerte com a teatralidade e o clownesco..